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Outubro – Mês Leishmaniose

Outubro – Mês Leishmaniose

🐶 Outubro – Mês Leishmaniose 🐶


Autora: Drª. Sofia Sirage

👉 O que sabemos sobre Leishmaniose…o que é?

 

A Leishmaniose é uma doença causada por um parasita denominado Leishmania infantum. O cão é o principal hospedeiro e hospedeiro reservatório, contudo também pode afetar outros animais como gatos, raposas e roedores.

Como se trata de uma doença que pode afetar vários animais, incluindo o Homem, é por isso considerada uma zoonose.

 

 

👉 Como é que o meu cão pode contrair a doença?

 

O parasita é transmitido pela picada de insetos flebótomos.  Os flebótomos vivem preferencialmente junto de águas paradas, em refúgios de animais, caixotes de lixo, jardins, matas, etc.. Para além disso são mais ativos ao amanhecer e ao entardecer.

Estes insetos existem em todo o Portugal Continental, sendo por isso Portugal um país endémico.

👉 O meu cão pode transmitir-me a doença?

Não. A transmissão do cão para o homem ou de cão para cão não acontece. É sempre necessário a existência do vetor, que neste caso é o flebótomo.

 

👉 Quais são os sinais clínicos?

  • Os sinais clínicos são muito variáveis.
  • Podem ser sinais generalizados como défice de nutrição, atrofia muscular, letargia, mucosas pálidas, sangramento nasal, aumento dos linfonodos, inflamação articular, febre, etc..
  • Sinais cutâneos ou mucocutâneos, como queda de pelo acentuada, dermatites, vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos, manifestando-se muitas vezes por necrose nas pontas das orelhas), etc..
  • Assim como outro tipo de sinais como problemas renais, gastrointestinais e neurológicos.
  • Consulte o seu Médico Veterinário, a leishmaniose canina é uma doença de carácter crónico e o tratamento nem sempre é eficaz, havendo a necessidade de controlos regulares.

Bulldog francês com um pau na boca

👉 Como posso proteger o meu cão?

  • Evitar o risco de contacto físico com os flebótomos, não fazendo passeios ao entardecer e ao amanhecer (altura em que estes estão mais ativos).
  • Utilizar inseticidas (sprays, spot-on, coleiras repelentes, etc.) e reduzir a intensidade luminosa em casa (os flebótomos voam na direção da luz).
  • O seu médico veterinário irá aconselhar a melhor opção para o seu animal.
  • Para além disto, a vacinação tem um papel fundamental.
  • Um programa completo de vacinação, incluindo uma revacinação anual, proporciona ao seu cão uma proteção interna e duradoura contra a doença.
  • Fale com o seu médico veterinário sobre a vacinação do seu cão.


❤️ Proteja o seu companheiro… a leishmaniose não tem cura… ❤️

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